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C OREIA EM FOCO

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Academic year: 2022

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(1)

O Embaixador da República da Coreia no Brasil, Exmo. Sr. Kyonglim Choi, realizou no dia 07 de julho, no hotel Sofitel em São Paulo, uma reunião com diversos represen- tantes de empresas sul-

coreanas no Brasil. Apro- ximadamente 40 pessoas, incluindo o Cônsul Geral da Coreia em São Paulo, e os representantes das principais empresas core- anas – entre elas a LG, a Samsung e a Hyundai – estavam presentes. Os participantes trocaram opiniões sobre a recente economia brasileira e ca- da representante discor- reu sobre as perspectivas do mercado brasileiro para o segundo semestre.

Também foram debatidos

os problemas enfrentados por muitas das empresas coreanas em suas tentativas de for- talecer ainda mais o investimento e o comércio no Brasil.

Na busca por uma melhor adaptação ao mercado nacional, os representantes assistiram a uma palestra ministrada pela Sra. Francy Guimarães Teixeira, do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), que falou sobre o sistema de treinamento de empre- gados brasileiros. Outra palestra importante foi da Sra. Vilam T. Kutomi, do escritório

de advocacia Demarest e Almeida, que elucidou sobre a lei trabalhista brasileira.

O Embaixador Choi pretende organizar mais encontros como este, a fim de reunir os repre- sentantes das empresas coreanas no Brasil duas ou três vezes ao ano. A próxima reunião está prevista para dezembro.

E MBAIXADA DA C OREIA P ROMOVE E NCONTRO C OM E MPRESAS C OREANAS EM S ÃO P AULO

C OREIA EM FOCO

EMBAIXADA DA REPÚBLICA DA COREIA Brasília-DF

EDIÇÃO 7 — JULHO 2010

N ESTA E DIÇÃO

Embaixada da Coreia pro- move encontro com empre- sas coreanas em São Paulo

1

Presidente Lee Myung-bak se reúne com líderes dos EUA e Japão

2

Declaração Final da Cúpula do G8 condena a Coreia do Norte

3

De Olho Nos Negócios - Entrevista com o represen- tante da K-sure no Brasil

3

Empresas coreanas preten- dem aumentar investimentos na América Central

4

Hyundai e Kia oferecem ajuda financeira às vítimas de enchentes

5

Embaixada da Coreia celebra a Copa do Mundo FIFA 2010

5

Indicadores Econômicos do 1° Semestre de 2010

6

A partir desta edição lançamos a coluna De Olho Nos Negócios, trazendo informações sobre a atuação de empresas coreanas no

mercado brasileiro.

Confira na página 3

Representantes de empresas coreanas no Brasil em encontro promovido pela Embaixada da Coreia em 07 de julho de 2010 Foto: Embaixada da Coreia

Foto: Embaixada da Coreia

(2)

O presidente Lee Myung-bak se encontrou com o presidente norte-americano Barack Obama e o primeiro-ministro japo- nês Naoto Kan no decorrer da Cúpula do G20 em Toronto, no dia 26 de junho, para discutir assuntos de preocupação mútua.

Na reunião, Lee expressou gratidão pelo grande sacrifício que os Estados Unidos fizeram ao defender a Coreia do Sul durante a Guerra da Coreia. O Presidente sul-coreano tam- bém aproveitou para agradecer Obama e o Congresso norte- americano por reafirmar a importância da aliança Coreia- EUA. Os dois líderes concordaram que a aliança militar des- tes dois países contribuiu grandemente pela paz e a prosperi- dade, não só na península coreana como também no nordes- te asiático.

Ademais, ambos os líderes mostraram otimismo quanto à reunião 2+2, programada para julho deste ano, que ocorrerá entre os ministros de relações exteriores e da defesa dos dois países, a primeiro desse tipo e que servirá para fortalecer ain- da mais os laços bilaterais.

Com respeito ao incidente da corveta Cheonan, o presidente Lee agradeceu o total apoio dado pelo presidente Obama, tanto na investigação quanto no apoio pela posição tomada pela Coreia. Os dois líderes reafirmaram suas perspectivas de que o afundamento do navio sul-coreano pela Coreia do Norte é uma provocação militar direta que vai contra todos os tratados internacionais, inclusive o Tratado de Armistício e a Carta das Nações Unidas, e precisa ser lidado de uma maneira firme.

O presidente Lee explicou que a mais recente política contra a Coreia do Norte faz parte dos esforços sul-coreanos de obter uma atitude sincera daquele país, para que futuramente se possam elevar as relações intercoreanas a um novo nível.

O presidente Obama expressou seu total apoio e deu crédito à Coreia do Sul por mostrar restrição e firmeza ao lidar com tão delicado tema.

P RESIDENTE L EE M YUNG - BAK S E R EÚNE C OM O P RESIDENTE B ARACK O BAMA

E C OM O P RIMEIRO -M INISTRO N AOTO K AN

Os dois líderes reconheceram que seus países têm trabalhado intensamente para que se alcance uma transição tranquila do controle operacional de guerra (OPCON) dos Estados Uni- dos para a Coreia. Durante a Guerra da Coreia, a Coreia do Sul entregou o controle operacional de paz e de guerra para o Comando das Nações Unidas, liderado pelos EUA. A Co- reia recuperou depois o controle operacional de paz, mas o controle operacional de guerra estava previsto para ser de- volvido até abril de 2012. No entanto, tendo em vista as cir- cunstâncias adversas na região, e atendendo ao pedido do governo coreano, os dois líderes revisaram o prazo vigente para a transição e optaram por concluir o processo em de- zembro de 2015.

Adicionalmente, Lee e Obama concordaram em trabalhar para uma realização mais antecipada do Acordo de Livre Comércio Coreia-EUA, que irá beneficiar as economias de ambos os países e fortalecer ainda mais a aliança militar.

Na reunião com o primeiro-ministro japonês Naoto Kan, o presidente Lee discutiu temas que abordam a segurança regi- onal, a cooperação internacional e a política em relação à Coreia do Norte.

Esta é a primeira vez que Lee se encontra com Kan, desde que o primeiro-ministro japonês tomou posse no começo de junho. Lee também expressou gratidão pelo total apoio do governo japonês pela posição de Coreia do Sul em relação ao incidente do Cheonan.

Nas questões Coreia-Japão, o primeiro-ministro Kan disse que os dois países precisam continuar trabalhando juntos para um novo futuro e reforçou que o Japão não deve ter nenhum medo de enfrentar seu passado. O presidente sul- coreano respondeu dizendo que ele também espera que os dois países abram seus corações e construam relações coope- rativas baseadas na confiança.

Presidente Lee em conversa com o Presidente Barack Obama Foto: MOFAT

Presidente Lee cumprimenta o primeiro-ministro Naoto Kan Foto: MOFAT

(3)

P: Qual foi a razão, ou o histó- rico, por trás da mudança do nome de sua organização?

Kim: A Lei de Seguros de Expor- tação sofreu desta vez sua maior revisão desde sua adoção. As mu- danças principais incluem a troca do nome da Lei de Seguros de Exportação e da KIEC para "Lei de Seguros de Comércio” e “Korea Trade Insurance Corporation”, respec- tivamente, e a expansão do esco- po empresarial da K-sure. Em linha com a nova lei, a K-sure poderá não só cobrir transações de exportação, mas também tran- sações de importação, a fim de garantir recursos naturais e com- modities vindos de fora, que são vitais para a economia coreana. O seguro de importação da K-sure terá um papel importante na pro- moção de transações de importa- ção de matérias-primas, contribu- indo assim para um suprimento estável dos principais commoditi- es e recursos naturais necessários para o crescimento da Coreia.

Pergunta: Quando foi criada a KEIC (Korea Export Insuran- ce Corporation e quando seu nome mudou para K-sure (Korea Trade Insurance Cor- poration [Companhia pública de seguros de crédito ao co- mércio exterior – Importação/

Exportação])?

Kim, Young-soo: A KEIC foi estabelecida em 1992. Reconhe- cendo a importância de apoio a políticas inclusivas para transa- ções internacionais gerais e consi- derando a interdependência cres- cente entre comércio internacio- nal e investimento nos últimos anos, a Korea Export Insurance Cor- poration (KEIC) vinha tentando retificar a Lei de Seguros de Ex- portação da Coreia. Este esforço foi bem sucedido com a aprova- ção da emenda para revisar a Lei junto à Assembléia Nacional em março de 2010, permitindo à KE- I C r e n a s c e r c o m o " K - sure” (Korea Trade Insurance Corpo- ration) a partir de julho de 2010.

P: Como seu escritório no Brasil será afetado pe- la reorganização?

Kim: O nome do nosso escritório também foi muda- do para "São Paulo Representative Office, K- sure” (Escritório de Representação K-sure em São Paulo). Por enquanto, porém, não haverá nenhuma mudança no número de funcionários da filial. Por outro lado, à medida que forem ocorrendo reorgani- zações na nossa sede, o papel da nossa filial irá mu- dar. Nosso escritório cobrirá seguros de importação para a Coreia, que é, em especial, um país onde a mai- oria das fontes de energia requerida para o desenvol- vimento econômico depende do estrangeiro. Isso significa que o fornecimento contínuo de energia e recursos deve ser levado para o país. Pessoalmente, eu acredito que a K-sure introduzirá uma variedade de novos produtos de seguro e serviços no futuro.

D E O LHO N OS N EGÓCIOS

Entrevista com o Sr. Kim, Young-soo, Chefe Representativo do Escritório de São Paulo da

Korea Trade Insurance Corporation

Os líderes do G8 (Estados Unidos, Inglaterra, Canadá, França, Alemanha, Itália, Rússia e Japão) conclamaram por uma severa condenação da Coreia do Norte pelo afundamento do navio de guerra sul-coreano em março. O G8 se reuniu nos dias 25 e 26 de junho em Muskoka, norte de Toronto, e tenta levantar uma nova rodada de pressões contra o estado totalitário.

Entre outras questões, o documento oficial final, chamado de Declaração de Muskoka, inclui uma condenação do ataque nor- te-coreano ao navio Cheonan, da Coreia do Sul, que matou 46 marinheiros sul-coreanos, e chama todas as nações a observar as sanções já impostas pelas Nações Unidas, conforme texto abaixo, em tradução livre para o português:

34. Nós condenamos o ataque do dia 26 de março que causou o afundamento do navio da República da Coreia [Coreia do Sul], o Cheonan, resul- tando na trágica perda de 46 vidas. Um incidente como este é um desafio para a paz e a segurança na região e além. Nós expressamos nossa pro- funda compaixão e condolências às vítimas e as suas famílias e ao povo e ao Governo da República de Coreia, e pedimos para que as medidas apro- priadas sejam tomadas contra aqueles responsáveis pelo ataque conforme a Carta da ONU e todas as outras cláusulas pertinentes ao direito inter- nacional. O Grupo Conjunto Civil-militar de Investigação, conduzido pela República de Coreia com a participação de peritos estrangeiros, concluiu que a República Democrática Popular da Coreia [Coreia do Norte] foi responsável pelo afundamento do Cheonan. Nós condenamos, neste contex- to, o ataque que conduziu ao afundamento do Cheonan. Nós exigimos que a República Democrática Popular da Coreia se abstenha de cometer qualquer ataque ou hostilidades ameaçadoras contra a República de Coreia. Nós apoiamos a República de Coreia em seus esforços de buscar impu- tabilidade pelo incidente do Cheonan, e nós permanecemos comprometidos a cooperar de perto com todos os atores internacionais na busca pela paz e segurança na região.

D ECLARAÇÃO D E M USKOKA C ONDENA A TO DA C OREIA D O N ORTE

Inauguração do novo nome da K-sure na Coreia

(4)

Representantes de oito países da América Central se juntaram ao presidente Lee Myung-bak na Cidade do Panamá no dia 29 de junho para discutirem maneiras de incrementar a cooperação e aumentar os investimentos de empresas sul-coreanas na região.

Lee destacou que investimentos fortes e diversificados das companhias coreanas nas áreas de tecnologia da informação, energia, recursos minerais e infra- estrutura, contribuirão para o desenvolvi- mento da América Central.

Esta foi a terceira cúpula realizada entre a República da Coreia e o Sistema da Inte- gração Centro-Americana (SICA), e a primeira desde 2005.

"A cúpula de hoje é muito oportuna, à medida que o mundo começa a melhorar

a cooperação para contornar a crise financeira e os assun- tos globais que estão ameaçando a humanidade, como a mudança climática", disse Lee na abertura da cúpula.

O SICA, fundado em 1993, é uma organização intergover- namental que promove integração econômica regional en- tre Belize, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua e Panamá (o anfitrião da cúpula de 2010), os chamados membros plenos.

"Líderes das nações pertencentes ao SICA concordaram pela necessidade de fortalecer e diversificar a cooperação com a Coreia nas áreas de educação, treinamento vocacio- nal, desenvolvimento rural, energia, ciência e tecnologia",

dizia a declaração de 13 tópicos emitida mutuamente como resultado do encontro.

Os líderes do SICA também concordaram pela necessidade de aumentar o fundo de cooperação Coreia-SICA, do qual a Coréia já contribuiu com cerca de $900.000 desde 2002.

Atualmente, aproximadamente 280 companhias coreanas fazem negócios na América Central, principalmente na cons- trução de usinas térmicas e hidroelétricas, e empregam apro- ximadamente 100.000 funcionários locais.

O presidente sul-coreano reafirmou a intenção da Coreia de se unir ao SICA como um observador extra-regional, e os líderes do SICA instruíram o secretário geral da organização a começar consultas relacionadas. O SICA tem qua- tro observadores regionais – Argentina, Brasil, Chile e México – e cinco observadores extra-regionais – Espanha, Alemanha, Taiwan, Itália e Japão.

Os líderes dos sete países membros plenos do SICA, juntamente com o líder da República Dominicana (o único Estado Associado), sugeriram que a Coreia se junte ao Banco Centro-Americano para Integração Econômica para fortalecer os laços econômicos, ao que Lee afirmou que Seul levaria tal recomendação em consideração. Lee também prometeu ampliar a ajuda financeira e técnica para o desenvolvimento da América Central e aumentar esforços para comparti- lhar a experiência de crescimento econômico da Co- reia.

E MPRESAS C OREANAS P RETENDEM A UMENTAR S EUS I NVESTIMENTOS N A A MERICA C ENTRAL

(Continua na próxima página) Presidente Lee Myung-bak posa entre os líderes dos 7 membros plenos do Sistema de Integração Centro-Ameriana (SICA), na Cidade do Panamá, em 29 de junho de 2010 Foto: Cheon Wa Dae

Cerimônia de assinatura do comunicado final da Cúpula SICA-Coreia 2010 Foto: Cheon Wa Dae

(5)

Hyundai e Kia, duas grandes empresas coreanas de forte atuação no mercado automobilístico do Brasil, fizeram recentemente importantes doações para as vítimas das enchentes que assolaram regiões do nordeste do Brasil.

Alagoas e Pernambuco foram os estados mais afetados pela catástrofe, com 28 e 67 cidades atingidas, respectiva- mente, resultando em 57 mortes e desalojando 47.897 pessoas em Alagoas e 55.643 em Pernambuco.

Representantes brasileiros da Caoa Hyundai, e os corea- nos Mr Ho e Seok, da Hyundai Motor Company e Hyun-

dai Steel, estiveram no Recife no começo do mês para doar ao governo US$ 200 mil para a campanha de ajuda às vitimas das chuvas em Pernambuco.

Outra importante doação foi feita pela Kia Motors, que, atra- vés de seus representantes nacionais e estrangeiros (Kia Mo- tors Corporation e Kia Motors do Brasil), doou US$ 100 mil para ajudar no atendimento às vítimas. Alagoas e Pernambuco receberam a quantia de US$ 50 mil cada, e a doação foi entre- gue à Defesa Civil.

Com informações do Diário de Pernambuco e da Revista Carsale

H YUNDAI E K IA O FERECEM A JUDA À S V ÍTIMAS DAS E NCHENTES NO N ORDESTE

No sábado, dia 26 de junho de 2010, a Embaixada da República da Coreia em Brasília abriu suas portas para receber aqueles que vieram torcer pela Coreia do Sul durante as Oitavas de Final da Copa do Mundo FIFA 2010. Em clima de festa, sul-coreanos e brasi- leiros se juntaram para apoiar o time da Coreia do Sul, que jogava contra a seleção do Uruguai. Apesar da derrota por 2x1 o clima de descontração foi constante e após o jogo, todos desfrutaram de um almoço com comidas típicas.

Além dos membros da comunidade coreana em Brasília, brasileiros interessados pela Co- reia e funcionários brasileiros e coreanos da Embaixada, o dia contou também com a pre- sença de alguns repórteres e fotógrafos, que vieram registrar o momento e se maravilha- ram com o entusiasmo e com a alegria dos torcedores presentes. O Jornal de Brasília pu- blicou no domingo, 27 de julho, um artigo escrito pelo repórter Elisson Ferreira, intitula- do “Aplausos diplomáticos” no qual consagrava o espírito esportivo dos coreanos. Já na segunda-feira, dia 27 de julho, foi ao ar uma reportagem apresentada no noticiário da tar- de da TV Brasília, que mostrou, entre outras coisas, entrevista com o Exmo. Senhor Em- baixador da República da Coreia, Kyonglim Choi, e as coreografias e cantos entoados pela torcida durante o jogo.

E MBAIXADA DA C OREIA C ELEBRA A C OPA DO M UNDO FIFA DE 2010

Para ajudar a América Central a lutar e prevenir crimes, Lee ofereceu um programa de treinamento em segurança pública para a qual um acordo será assinado entre a Agência Coreana de Cooperação Internacional e o SICA. Os líderes do SICA também pediram para que a Coreia apoiasse uma conferência internacional em estratégias centro-americana de segurança pública.

As oito nações prometeram cooperar para que Seul seja bem sucedida no papel de anfitriã da Cúpula do G20 em novembro e pediram para que Lee ajude a transmitir os interesses do SICA nas conversas econômicas globais.

O volume anual de comércio entre a Coreia e o SICA cresceu de $4 bilhões em 2006 a $6.7 bilhões no ano passado. A Coreia ofereceu aproximadamente $10.65 milhões em ajuda de desenvolvimento para os países membros do SICA no ano passado, do qual aproximadamente 91% foram para a Guatemala, a República Dominicana e El Salvador.

A Coreia e o SICA também emitiram uma declaração especial condenando a Coreia do Norte pelo suposto ataque de um na- vio de guerra sul-coreano.

Após a cúpula, o presidente sul-coreano teve a oportunidade de se encontrar individualmente com cada um dos líderes do SICA, onde discutiram assuntos variados relacionados ao intercâmbio individual de cada um destes países com a Coreia do Sul. A viagem do sul-coreano pela América Central acontece em face à campanha de Seul para se tornar uma ponte entre as nações avançadas e as emergentes. Com informações do Korea Herald (Continuação da página 4 )

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NOSSANOSSACAMPANHACAMPANHA FOIFOIBOABOA

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Kyonglim Choi,

Embaixador da República da Coreia, em entrevista ao Jornal de

Brasília, após a derrota da Coreia para o Uruguai por 2x1.

(6)

O Ministério da Economia da Coreia divulgou os números da ba- lança comercial para a primeira metade de 2010. A Coreia regis- trou lucro comercial de US$19 bilhões. As exportações subiram 35% ano a ano, para US$222,5 bilhões. O volume de exportação na maioria dos setores chaves aumentou consideravelmente, à exceção de equipamentos de rede sem fio. De 1º de janeiro a 20 de junho as exportações para a maioria dos parceiros chaves au- mentou – com exceção da Oceania.

Já as importações cresceram 40%, para US$203,5 bilhões. A entra- da no país de navios contendo matéria prima aumentou 44%, en- quanto as importações de capital e bens de consumo aumentaram 32% e 28,7%, respectivamente.

I NDICADORES E CONÔMICOS D O P RIMEIRO S EMSTRE DE 2010

Taxa de Crescimento Anual das Exporta- ções para os principais itens de Exportação

Taxa de Crescimento

Semicondutores 97,3%

Têxteis 21,6%

Produtos de petróleo 49,5%

Maquinário em Geral 38,8%

Petroquímicos 44,2%

Dispositivos de LCD 47,0%

Aço 14,2%

Automóveis 57,7%

Eletrodomésticos 41,1%

Peças de automóveis 89,6%

Computadores 24,8%

Navios 2,9%

Dispositivos de

conexão sem fio -17,9%

Taxa de crescimento das exportações para os principais parceiros comerciais

Taxa de Crescimento

China 49,4%

Estados Unidos 30,3%

Japão 30,6%

ASEAN 43,3%

Oriente Médio 11,6%

América Latina 50,3%

União Européia 15,9%

Oceania -16,5%

EMBAIXADA DA REPÚBLICA DA COREIA SEN Av. das Nações, Lt. 14—Asa Norte

Brasília, DF—70436-900

(61) 3321-2500 [email protected]

Termo de responsabilidade: Os artigos contidos nesta publicação foram tirados de fontes diversas e não refletem necessariamente as visões da Embaixada da República da Coreia

Exportações para o 1° Semestre de 2010

21,1

25,4 27,9 30,3

27,8 30,7 33,2 32,2

39,4

42,6 37,4 39,1

15 20 25 30 35 40 45

JAN FEV MAR ABR MAI JUN

(Bilhões de dólares)

-40 -30 -20 -10 0 10 20 30 40 50 (%)

Valor Exportação (2009) Valor Exportação (2010) Taxa Crescimento (2009) Taxa Crescimento (2010)

참조

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